Eis que surge o primeiro desafio/ dificuldade para quem acompanha o cuidado diário de pessoas acamadas (com problemas neurofuncionais ou não): Trocar a pessoa de posição enquanto ela "não se ajudar". Primeiro, o posicionamento da pessoa na cama determinará sua recuperação e qualidade de vida; segundo, ficar acamado nem sempre será uma condição permanente e as orientações a seguir se aplicam a qualquer situação. Sabe aquela 'siesta' de 15 - 20 minutinhos depois do almoço que, ao acordar, o braço formiga ou o pé está "morto"? Imagina 2hs depois? Quando bem posicionada ao leito (na cama), a pessoa será estimulada a recuperar suas funções e atividades (após um AVC, por exemplo) e o contrário também é verdadeiro, se posicionada de maneira inadequada, sua recuperação será prejudicada, podendo evoluir inclusive, para novos problemas: encurtamentos, deformidades, feridas, pneumonias, (etc,...). Toda pessoa acamada deve ser trocada de posição, no máximo, a cada 2h...