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Mostrando postagens de junho, 2022

O que não te contam sobre o Parkinson

Meu primeiro E-book nasceu! E ficou lindo! Nele compartilho contigo informações práticas para auxiliar na rotina das pessoas com doença de Parkinson e seus cuidadores - familiares ou profissionais. Fruto da minha experiência profissional, o material está organizado para construirmos juntos o entendimento sobre a doença e assim tornar mais leve o cuidar e o cuidar-se. Neste primeiro E-book apresento alguns conceitos que acredito serem importantes estarem ao alcance de todos. O segundo (em breve!), abordará atividades e orientações gerais.  Este, contém explicações de fácil entendimento aplicáveis ao dia a dia das famílias, sem objetivo acadêmico, apesar de serem embasadas em informações com evidência científica e nas melhores bases de dados. Tentei ser objetiva, mas sem deixar meu coração de fora, pois manter as pessoas independentes me faz vibrar e é o que me move há 15 anos na jornada da reabilitação neurofuncional. Ao final do E-Book você encontrará meu e-mail. Conte-me sua expe...

Ninguém 'tem que' treinar equilíbrio

Equilíbrio é a resposta de um trabalho em conjunto de múltiplos sistemas, nervoso, vestibular, sensorial, muscular, articular,... Exije trabalho de propriocepcão, coordenação, velocidade, tempo de resposta, controle e todo um universo que demanda conhecimento e prática para recuperar, desenvolver e incrementar teu equilíbrio. Então quando alguém disser: - E só trabalhar equilíbrio.  Sorria, apenas sorria. Para pessoas livres de comprometimento, problema ou condição neurofuncional dizer: trabalha equilíbrio, é simples. E muitas vezes o fazem com boa intenção, entretanto boa intenção não basta. É preciso conhecimento e domínio do processo biomecânico para que, depois de um AVC o estímulo dado não se torne uma barreira na recuperação do movimento ou, no curso da doença de Parkinson, o "exercício de equilíbrio" inadequado não seja o responsável pelo travamento. Ao se deparar com perda de equilíbrio pergunte-se: Se equilíbrio é resposta, o  que estará provocando essa resposta estr...

Vem cair comigo!

Tá, me diz, você já caiu? Se sim, sabe por que caiu? Será que dava para ter evitado? E levantar, foi fácil? Isso tudo é para dizer que quedas podem ser evitadas e suas consequências minimizadas.  Como?  Caindo, ou melhor, treinando queda. As causas das quedas são multifatoriais e variam conforme a faixa etária que o indivíduo se encontra. Dentre as principais causas estão: disfunção do equilíbrio, perda de força muscular; sedentarismo, imobilidade (causa e consequência), alterações provocadas por problemas neurológicos (degenerativos ou não), sem esquecer do efeito do consumo descontrolado de álcool que, não raro, leva à quedas e gera prejuízos seríssimos ao consumidor nada moderado. Os prejuízos provocados pelas quedas vão muito além da dor moral do cair; financeiramente, além do afastamento do trabalho, a vítima precisará de cuidados e esses  podem envolver alto custo no que se refere ao tratamento e reabilitação, sem contar nas possíveis limitações permanentes. Quando ...