A conversa está muito boa quando, de repente, 'pah': O "tempo fecha", o humor muda, as ações se transformam em reações e fica impossível fazer qualquer coisa.
Pior ainda quando acontece perto da hora da refeição ou do remédio, daí "está tudo perdido", muitas vezes, a rotina que levamos semanas para ajustar é desorganizada em um dia, em um horário.
A hora do alimento/remédio afeta diretamente o humor, a qualidade de vida da pessoa, suas relações e também o desempenho dela nos atendimentos e demais atividades.
Uma pessoa agitada rende tanto quanto uma sonolenta; uma pessoa faminta se concentra pouco e, quem é que gosta de se movimentar de barriga cheia?
Entenda que é natural as pessoas com alguma condição neurofuncional resistirem a qualquer atividade que as façam sair do conforto, mas é isso, justamente o que todas precisam - quebrar a monotonia, a inércia.
Humor, emoção, atenção, paciência são afetados pelo toque, perfume, tom de voz, pressa. Manejar bem o gatilho das sensações, determina o sucesso do cuidado e, dia após dia, ao longo da jornada, o resultado do tratamento.
Anota aí: a sensação é a que fica!
Cadastre seu e-mail, assim enviarei pra você as matérias sempre que eu as publicar.
Abraço,

Comentários
Postar um comentário