Pular para o conteúdo principal

Levanta e senta.


Dificuldades para levantar-se da posição sentada é um sinal de alerta.

Sim, a dificuldade para levantar mostra que algumas alterações estão acontecendo.

O idoso está perdendo função.

E o que fazer quando acontecer?

A melhor decisão é conversar com um profissional qualificado.

Seja educador físico, fisioterapeuta, médico, enfermeiro ou nutricionista. 

É preciso esclarecer o que está acontecendo e assim traçar um plano.

Além de perda da força, não conseguir levantar-se envolve:

Prejuizos no controle de tronco, 

Déficit sensorial, 

Diminuição da audição, 

Glicose descompensada - diabetes!

Dentre muitas outras possibilidades.

Para ajudar o idoso: EVITE puxá-lo pelas mãos. 

Oriente-o a inclinar-se para frente e então tentar levantar. Se ainda assim precisar de ajuda deixe que ele se apoie nos teus braços.

.......

Etapas para sentar-se: 

1. aproxime-se da cadeira até tocá-la

2. afaste ligeiramente seus pés 

3. apoie as mão nos braços da cadeira ou nas próprias coxas

4. desça segurando o movimento, sem desabar

5. sentado, apoie as mãos na borda lateral da cadeira e empurre-se para trás. 


Etapas para levantar-se:

1. Primeiro, avance para a borda (segure a borda lateral mais a frente do assento com as duas mãos)

2. apoiando-se nessa parte, avance até a borda

3. recue um pé, 

5. apoie-se com as mãos na cadeira - no caso desta ser com braços laterais ou nas próprias coxas 

6. levantar-se direcionando sua força para cima e para frente.


Realizar o sentar-levantar é eficaz para manter/ melhorar força de membros inferiores e funcionalidade/ independência da pessoa idosa.

Combine e pratique junto com o idoso 10, 15 vezes por dia e evolua!

E então, vamos começar? Valendo!

Letícia B. Fagundes 

CREFITO - 95.953-F

Especialização em Fisioterapia Neurofuncional
Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica (em curso)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O jogo do: Inspira - pinça; Expira - flecha. 

Aí vai meu convite! Que tal colocar não só o corpo, mas a vida em movimento? O recurso surge da necessidade de incentivar um comportamento ativo na população adulta com problemas neurofuncionais, espalhar movimento; movimento físico e mental, além do diagnóstico. A proposta do baralho? Um jogo de sombras que associa numerais, imagens, respiração e muito movimento, claro! O praticante é livre para realizar as posturas isoladamente ou em sequência; seguir as imagens, ou as sombras, ou ainda misturá-las, ou mais, memorizar a sequência de nomes/números e se desafiar a praticar sem olhar para a figura. E o importante: todas as posturas não só podem como devem ser adaptadas conforme as necessidades físicas de cada pessoa. Pronto para colocar corpo e mente a fucionarem juntos? Então adquira logo o seu e para começar: Inspira  - pinça Expira - flecha  Envio para todo o 🇧🇷! Abraço,  Letícia B. Fagundes  CREFITO - 5 95.953-F  Especialização em Fisioterapia Neurofun...

A disciplina sempre vence?

"Não espere a vontade chegar, só vai." Isso nem sempre acontece, ou melhor, esse "só vai" é consequência de um comportamento, muitas vezes, construido com disciplina, mas ela nem sempre vence. Por isso tantos planos e metas de início de cada ano acabam falhando, disciplina é construída e consolidada a longo prazo, não responde aos mirabolantes e irreias check-lists. Mudar UMA atitude pode ser mais benéfico e eficiente que uma lista inteira de metas. Olhe para isso, identifique UMA atitude que pede por transformação em 2024, ao longo do ano dedique-se a lapidá-la e preste atenção nas mudanças "automáticas". Disciplina se desenvolve aos poucos e se, no lugar de uma lista imensa de metas, você eleger UMA atitude a ser trabalhada, certamente grandes mudanças serão vivenciadas. Em uma observação rápida, qual atitude tem pedido mudança aí dentro? Que em 2024 nossa disciplina tenha a chance de fortalecer. Abraço, Letícia Bombassaro Fagundes  Fisioterapeuta Neurof...

Autogerenciamento da DOR

  Autogerenciamento da (resposta de) DOR Programas de autogerenciamento, inseridos em diferentes técnicas para o tratamento da dor, são considerados eficazes em diminuir a dor crônica, melhorar a função e humor em adultos jovens, entretanto (ainda) pouco se sabe sobre a eficácia dessa prática em idosos. Faço questão de iniciar a matéria de hoje com trechos de uma publicação antiga   porque, ou procuramos entender que dor é uma resposta, ou jamais encontraremos a causa e menos ainda a trataremos de maneira correta. Isso tudo para dizer que a grande maioria das dores crônicas não apresentam lesão, dano ou cicatriz "mal curada",... A maioria das dores crônicas, inclusive as que vem e vão sem explicação, são respostas aprendidas e armazenadas pelo  corpo (sistema nervoso periférico e central) - desde os nervos lá do dedinho do pé, medula espinal até o cérebro. Você vai perguntar então:  - Meu pescoço pode doer aos 40 porque eu caí e bati muito forte aos 5 anos de idade?...