Pular para o conteúdo principal

O jogo do: Inspira - pinça; Expira - flecha. 


Aí vai meu convite!
Que tal colocar não só o corpo, mas a vida em movimento?

O recurso surge da necessidade de incentivar um comportamento ativo na população adulta com problemas neurofuncionais, espalhar movimento; movimento físico e mental, além do diagnóstico.
A proposta do baralho?
Um jogo de sombras que associa numerais, imagens, respiração e muito movimento, claro!

O praticante é livre para realizar as posturas isoladamente ou em sequência; seguir as imagens, ou as sombras, ou ainda misturá-las, ou mais, memorizar a sequência de nomes/números e se desafiar a praticar sem olhar para a figura.

E o importante: todas as posturas não só podem como devem ser adaptadas conforme as necessidades físicas de cada pessoa.

Pronto para colocar corpo e mente a fucionarem juntos? Então adquira logo o seu e para começar:
Inspira  - pinça
Expira - flecha 

Envio para todo o 🇧🇷!
Abraço, 
Letícia B. Fagundes 
CREFITO - 5 95.953-F 
Especialização em Fisioterapia Neurofuncional
Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica (em reta final)
 
Caricaturas de Brunno Franklin.

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Autogerenciamento da DOR

  Autogerenciamento da (resposta de) DOR Programas de autogerenciamento, inseridos em diferentes técnicas para o tratamento da dor, são considerados eficazes em diminuir a dor crônica, melhorar a função e humor em adultos jovens, entretanto (ainda) pouco se sabe sobre a eficácia dessa prática em idosos. Faço questão de iniciar a matéria de hoje com trechos de uma publicação antiga   porque, ou procuramos entender que dor é uma resposta, ou jamais encontraremos a causa e menos ainda a trataremos de maneira correta. Isso tudo para dizer que a grande maioria das dores crônicas não apresentam lesão, dano ou cicatriz "mal curada",... A maioria das dores crônicas, inclusive as que vem e vão sem explicação, são respostas aprendidas e armazenadas pelo  corpo (sistema nervoso periférico e central) - desde os nervos lá do dedinho do pé, medula espinal até o cérebro. Você vai perguntar então:  - Meu pescoço pode doer aos 40 porque eu caí e bati muito forte aos 5 anos de idade?...

AVC não é Parkinson.

É isso mesmo, AVC não é Parkinson e se AVC não é Parkinson um tratamento NÃO é igual ao outro. Na verdade não existe tratamento igual, mesmo para pessoas com o mesmo diagnóstico. O que existe é um manejo baseado nas alterações  anatômicas | fisiológicas em comum provocadas pela doença. Dito isso, insisto, AVC não é Parkinson e convido a refletir a respeito de o que você faz com as  informações que consome sobre tratamentos diversos. Insistir em olhar para o processo do outro buscando resolver nossos problemas é receita para o fracasso. Converse, leia, troque vivências, mas considere e respeite o seu processo e o do outro. Tome cuidado para não interferir comparando ou opinando sobre o tratamento do outro, mesmo sob diagnósticos semelhantes, garanto que, salvo a nomenclatura, pouco se assemelharão. Isso se aplica ao acompanhamento fisioterapêutico tanto quanto a qualquer outro. Na doença de Parkinson  o foco principal será prolongar a funcionalidade enquanto na condição pó...