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AVC não é Parkinson.


É isso mesmo, AVC não é Parkinson e se AVC não é Parkinson um tratamento NÃO é igual ao outro.

Na verdade não existe tratamento igual, mesmo para pessoas com o mesmo diagnóstico. O que existe é um manejo baseado nas alterações  anatômicas | fisiológicas em comum provocadas pela doença.

Dito isso, insisto, AVC não é Parkinson e convido a refletir a respeito de o que você faz com as  informações que consome sobre tratamentos diversos.

Insistir em olhar para o processo do outro buscando resolver nossos problemas é receita para o fracasso. Converse, leia, troque vivências, mas considere e respeite o seu processo e o do outro.

Tome cuidado para não interferir comparando ou opinando sobre o tratamento do outro, mesmo sob diagnósticos semelhantes, garanto que, salvo a nomenclatura, pouco se assemelharão.

Isso se aplica ao acompanhamento fisioterapêutico tanto quanto a qualquer outro. Na doença de Parkinson o foco principal será prolongar a funcionalidade enquanto na condição pós AVC, a função será resgatada.

Na primeira situação é preciso alargar independência e autonomia, na segunda, readquí-las.

A pior fase da doença de Parkinson é a avançada e demandará acompanhamento intensivo, a fase aguda do pós AVC demanda maior atenção.

Já passou por isso ou conhece alguém que costuma interferir? Faça esse texto chegar até ele/ela e para receber as matérias assim que forem publicadas, envia um e-mail pra mim!

Abraço,
Letícia Bombassaro Fagundes 
Fisioterapeuta Neurofuncional 

CREFITO-5: 95.953-F 



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