Quando seu familiar estiver acamado e alguém sugerir colocar uma televisão no quarto, agradeça.
Vá com ele para a sala, jardim, cozinha. Saia do quarto o quanto antes.
Substitua a tv pelo movimento da casa, da rua. Leia em voz alta as notícias do jornal para seu familiar se conectar ou reconectar com a realidade, cante suas músicas favoritas, reze... mas não se isolem no quarto, em cima da cama em frente a televisão, POR FAVOR!
Quem é que consegue passar o dia, a semana, as vezes meses ou anos assistindo missa atrás de missa (culto) ou noticiário sensacionalista? Socorro!
Ninguém merece, é alienação na certa.
Insira seu familiar na rotina da casa, não importa o diagnóstico, não espere as coisas melhorarem. Faça. Isso o ajudará tanto quanto os tratamentos especializados. Isso é vida.
Sugira/convide seu familiar ou amigo acamado para assistir algum esporte ou filme ou documentário, algo que possam discutir e conversar depois, não tv no quarto gerando ruido dia e noite. Combinado?
E lembre: não importa o diagnóstico, tão pouco a cognição da pessoa ou se ela se comunica verbalmente ou não. O cérebro responde aos estímulos e são essas respostas que fazem o corpo responder, fazem o movimento "brotar".
Em que ambiente você vive com seu familiar, quais os estímulos afetam vocês. O que pode ser melhorado?
Olhe ao seu redor, identifique os "ruidos", aqueles estímulos que podem estar atrapalhando a rotina, a recuperação, o clima da casa. Elimine-os.
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Movimento e você, muito além do diagnóstico!
Abraço.
Letícia B. Fagundes
CREFITO - 95.953-F
Especialização em Fisioterapia Neurofuncional
Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica (em reta final)

Ameiiiiiii ❤️ está certíssima temos que levar vida ao doente e não enterrá-lo em uma cama 🛌.
ResponderExcluirÉ isso! Vida em movimento muito além do diagnóstico! 🌻
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