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Decisões geram movimento.

Decisões geram novos movimentos | Movimentos geram novas decisões.

Já pensou sobre isso? 

Já observou como seu corpo se comporta frente às decisões importantes do seu dia a dia?

A maneira que ele reage frente às pequenas decisões é diretamente proporcional às grandes escolhas.

Se eu me sentir apreensiva no momento de escolher/decidir algo, meu corpo manifestará tensão; se o sentimento for de tranquilidade/segurança, a resposta corporal será de relaxamento, conforto, talvez.

Quando eu me autorizo experimentar algo novo, a sensação de empolgação provocará respostas de alerta e estresse positivo em meu corpo, isso modificará meu comportamento motor e moldará meus movimentos.

Essa cascata de informações (sensoriais) é valorosa,  não somente para a recuperação e incremento do movimento, mas para as nossas atitudes posturais.

Sim, uma coisa é o movimento isolado, controlado e observado; o ambiente simulado oferece isso; outra coisa é a atitude postural em casa, no trabalho, durante um passeio.

É possivel executar perfeitamente um passo olhando para o pé e, se quer, conseguir levantá-lo do chão ao olhar para frente ou ao tentar ultrapassar um obstáculo. Além de treinar é preciso decidir encarar de verdade, de corpo e mente.

Ao afirmar que decisões geram movimento, lanço luz à importância das escolhas e experiências ao longo da jornada neurofuncional; decidir/escolher não desistir; autorizar-se.

Decida realizar; escolha sair de onde você está; gaste sua energia com isso e sinta seu corpo, note perceba! O movimento muito antes de ser visto, é sentido.

Olhe ao seu redor e observe como anda sua rede de apoio, você se sente parte do meio/contexto? Ou se afasta, mantendo-se a parte?

Muitas vezes é questão de sentar e alinhar as estratégias, traçar planos concretos e factíveis com a equipe.

Junte-se a nós no @lbfneurofisio, faça parte da nossa rede de apoio! 

Abraço. 

Letícia Bombassaro Fagundes 

CREFITO-95.953-F 

Especialização em Fisioterapia Neurofuncional 

Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica 

Interface cérebro-mão no pós AVC 




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