A comparação com a alta performance adoece atletas amadores como tu e eu.
Nos permitimos, cada vez menos, uma corridinha por diversão, pois o desempenho não será lá essas coisas, raramente nos dispomos a pedalar porque há mais de 20 anos não subimos numa bici, e... o que dirão, ou melhor, o que direi de mim?
A expressão atleta de centavos não é minha, veio de uma pessoa que conheci ao voltar a quadra de vôlei, com esse mesmo espírito:
- Olha, eu não entro em quadra há mais de 20 anos, nem sei o que fazer direito.
Internamente, estava louca de feliz por estar ali e com expectativa de jogar como há 20 anos. Vontade não faltou e, mesmo a realidade não correspondendo ao que eu esperava, foi bom e é sempre bom.
Da mesma fora o ciclismo, quando vejo a turma do pedal forte passando por mim, penso sempre, wooooow, ainda quero ter essa cadência! Sempre que os guris e gurias cruzam, levam um pedacinho de mim e eu adooooro cumprimentá-los!
Nossa, sou apaixonada pelos ombros dos atletas do vôlei e pelas panturrilhas dos ciclistas!
Mas geeeente, não é sobre ombro ou panturrilha. Pare de se comparar com atletas de milhões que treinam para obter alto desempenho.
O esporte forja melhores pessoas, é um potente modificador de comportamento, regulador do humor/sono e, inclusive, transforma a saúde e melhora a qualidade de vida dos atletas de centavos, como nós!
E aí, atletas! Prontos para iniciar uma rotina de treino de milhões, aquele diário, no teu tempo e que respeita teu corpo?
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Abraço,
Letícia Bombassaro Fagundes
Fisioterapeuta Neurofuncional
Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica
Interface Cérebro-mão no Pós AVC
CREFITO-5 95.953-F

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