Quase 90 e, com eles, o desgaste natural, orgânico, do corpo.
Dependente destes elementos orgânicos o equilíbrio apresenta prejuízos próprios do envelhecimento, por isso o investimento precisa começar cedo e deve ser contínuo.
Em um mesmo trajeto rumo ao galinheiro ela desempenha a caminhada de maneira organizada (apesar do chinelo) e em seguida, passos completamente disfuncionais acontecem, tensos, para quem a acompanhava logo atrás, no caso, eu.
A queda é iminente e acontecerá.
O contrapeso? Reabilitação. Atividade física.
Objetivos?
1. Alargar autonomia/ independência e minimizar os prejuízos.
2.Treinar queda para aumentar o repertório motor.
3. Construir estratégias de planejamento executivo.
Sim, ela precisa de reforço, visto a perda de massa muscular, contudo, não limitemos as pessoas aos pacotes de movimentos em séries.
Um dos primeiros sinais de comprometimento do equilíbrio é a instabilidade da marcha e, é também, um dos aspectos que elevam o risco de queda no idoso.
Ao perceber/sentir essa tensão natural, ainda que discreta, busque ajuda, não espere a infelicidade da queda.
Letícia Bombassaro Fagundes
Fisioterapeuta Neurofuncional
Pós Gr em Neuropsicopedagogia Clínica
Interface Cérebro-mão no Pós AVC
CREFITO-5 95.953-F

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